Sam Group supera a crise na pandemia e segue com projetos a todo vapor

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Devido à pandemia do novo coronavírus, muitas empresas no Brasil e mundo principalmente do setor de mineração tem passado por escassez em suas atividades no setor, quando se trata de produção.
No primeiro trimestre de 2020, a produção mineral no Brasil foi de 220 milhões de toneladas. Uma queda de 17,67% em relação aos 265,45 milhões registrados nos três primeiros meses de 2019. Em relação ao quarto trimestre do ano passado, a retração foi de 18%. Na avaliação do Ibram, como o setor é caracterizado por resultados de longo prazo, esses números ainda mostram pouco do efeito do coronavírus.
Mas para Hidalgo a retomada das atividades, podem surpreender o mercado e o mesmo apresentar planos para diversas regiões do Brasil, principalmente na Amazônia legal.
O Ceo da Sam Group, divulgou uma agenda positiva para o mês de outubro uma comitiva da empresa irá percorrer alguns estados como Brasília, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Roraima e Amazonas.

O principal motivo para o otimismo de Diego Hidalgo, CEO da Sam Group, é que nesta semana a retomada das atividades do grupo, acontecerá em Brasília/DF, de acordo com Ceo as atividades da indústria já estão de volta aos níveis normais. A construção civil está aumentando diariamente.
Anunciou também uma grande reestruturação na divisão dos projetos, como Onça Pintada, Harpia, Arara Canindé, Caiman.

“Estamos em uma fase de restruturação, entramos em uma forma espiral de gestão e isso não foi saudável para nossa condução, então eu tomei a decisão de parar, analisar e sair do campo e ir para a arquibancada, é uma forma de analisar o campo por um todo, e obter a visão do campo de modo geral. Somente após isso eu comecei a tomar decisões e me senti pronto para essa restruturação que estamos fazendo. Esse é o resultado de muitos dias debruçados juntos com nossa diretoria, equipe jurídica e técnicos operacionais da companhia para chegarmos ao plano de retomada”.


A SAM GROUP é uma empresa nacional criada por um amazonense, que visa a mineração sustentável, com tecnologia, conhecimento local, dando total atenção aos cuidados ambientais, estruturação do trabalho e o engrandecimento do país.

A mineração deve se recuperar mais rapidamente do que os outros setores da economia da crise provocada pela pandemia de coronavírus. A demanda por minério de ferro e outros recursos minerais deve cair durante a inevitável recessão brasileira. Mas representantes do setor apostam na retomada econômica da China e na compensação no mercado externo da crise interna. Porém, o efeito da COVID-19 deve ser sentido no longo prazo.
Até o momento, as mineradoras ainda relatam pouco impacto do vírus nas operações.

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