Prestes a viver dançarina de cabaré, Mariana Ximenes exibe boa forma

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mariana_2.jpgMariana Ximenes decidiu encurtar as curtas férias para dar vida a Aurora, uma dançarina de cabaré que se apaixona por um paraplégico na próxima novela das seis, ‘Joia rara’. O motivo é especial; além da personagem em si, seduziu-a a chance de trabalhar com a diretora Amora Mautner, que dirige sua primeira novela depois do estrondoso sucesso ‘Avenida Brasil’. “Estou comemorando 15 anos de TV Globo e a Amora foi quem me dirigiu no meu primeiro teste. Desde então, nunca mais trabalhamos juntas”, conta Mariana. A bela forma, que ela esbanja na capa da revista ‘bt’, tem sido conquistada pela rotina de ensaios. “A dança despertou articulações que eu nem imaginava. Tive que cantar fazendo performances em cima de um balanço altíssimo. Aprendi a dar muito valor à Beyoncé”. Ela conversou com a coluna sobre o novo projeto.

Sua personagem também canta. Já havia feito aulas de canto?
Nunca cantei, nem no chuveiro. Tenho feito aulas e já gravei de cara cantando ‘Hit the road Jack’, ‘Fever’ e ‘La vie en rose’. A Aurora construiu um teatro verdadeiro no estúdio, com público e tudo. E ainda tem as coreografias durante a cantoria. Certa vez, tive que subir num balanço altíssimo. Achei que fosse arrasar, tipo artista do Cirque du Soleil, mas na hora deu medo. Aprendi a dar valor à Beyoncé (risos).
Cantar Piaf é um grande desafio…
Não só ouvi os discos dela, como das cantoras que interpretaram seus sucessos: Dalida, Patricia Kaas e até Marlene Dietrich. Gosto do tom da Marlene, porque ela era uma atriz, assim como eu, e não uma cantora profissional. Mas bom mesmo foi assistir ao show da Bibi Ferreira cantando sucessos de Piaf. Ela foi muito generosa comigo e, no final da apresentação, me deu a bênção. Me acabei de chorar, que nem uma menininha.

Mariana Ximenes (Foto: Daniel Klajmic/ Body Tech)
Fez algum laboratório para a personagem?
Percorri vários cabarés de Paris, porque a minha personagem é brasileira, mas vem da França. Fui ao Moulin Rouge, ao Lido e ao Crazy Horse. Também comecei as aulas de francês e me apaixonei pelo idioma. Além, claro, da rotina de ensaios intensa com o (bailarino) Antonio Negreiros e a ginástica que vem com a dança. Descobri articulações minhas que sequer imaginava.

Em quem buscou inspiração?
Gwen Verdon, Ute Lemper, Kurt Weill, e até Josephine Baker, que, apesar de não ser dos anos 40, como a personagem, foi meio que a matriz de todas essas grandes dançarinas de cabaré.

Tem medo de ser cobrada pela cantoria?
Medo não, mas espero que vejam que sou uma atriz que está cantando, não uma cantora. E, antes que pergunte, não pretendo gravar um CD (risos).

Para a personagem, você teve de virar loura platinada. Algum cuidado extra com os cabelos?
Muitos! O (cabeleireiro) Marco Antonio di Biaggi fez uma cesta de cremes e hidratantes para mim. Mas eu sou disciplinada, não tenho preguiça de me cuidar. Só virei refém da hidratação.

Os homens preferem as louras?
Isso eu ainda não posso dizer; vamos esperar a novela começar (risos).

Falando nisso, como anda o namoro com o empresário Lucas Melo?
Estou solteira no momento, mas ele é um grande amigo.

Qual o maior desafio desse papel?
Ela não é óbvia; me exige uma dedicação a assuntos completamente novos e ainda terá a grande questão que será se apaixonar por um paraplégico, sendo uma dançarina que vive de seus movimentos. Será uma grande oportunidade para mostrar o amor que vence preconceitos.
Quinze anos de TV Globo. Sente-se uma debutante?
Nem poderia, com 10 novelas e tantas minisséries. Mas acabo me sentindo, sim. É ótimo ter sempre aquele friozinho gostoso na barriga para fazer um trabalho que encante o público. Esse é o melhor reconhecimento.
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/bruno-astuto/

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