Ministério dos Transportes apresenta projeto Porto sem Papel no Complexo Portuário do Açu

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Sistema já usado em portos públicos promete otimizar procedimentos de estadia dos navios nos terminais do país

 

São João da Barra, 25 de abril de 2018 – O Porto do Açu está organizando três encontros voltados para apresentação do sistema Porto sem Papel, em São João da Barra. O projeto, criado pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil em 2011, permite reunir, em um único meio de gestão, informações e documentações necessárias para agilizar a análise e liberação de navios e mercadorias. A ferramenta, já utilizada nos portos públicos do país, visa desburocratizar procedimentos de estadia dos navios também nos terminais privados, além de aumentar a eficiência e modernizar a gestão portuária. O sistema está sendo apresentado dentro do Complexo Portuário do Açu pelo próprio Ministério dos Transportes.

Para o gerente de Operações da Porto do Açu, Marcelo Patrício, o evento desta semana é importante para a interação da comunidade portuária como todo: “Além de absorver os procedimentos e orientações sobre o projeto, o nosso objetivo ao realizar estes encontros dentro do Porto do Açu é também promover uma troca de experiências e conhecimentos entre os representantes do Complexo e os anuentes”, ressaltou.

 

Ontem, no primeiro encontro, estiveram presentes no Centro de Visitantes do Porto do Açu representantes dos anuentes (Capitania dos Portos e ANVISA). Hoje, foi a vez dos agentes marítimos que atuam no Complexo Portuário. Amanhã, no último dia de evento, representantes dos terminais instalados no empreendimento receberão as orientações para implantação do Porto sem Papel.

 

Para o analista em Tecnolgia da Informação do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Petterson Costa, os encontros são importantes também para aprimorar o sistema criado pelo órgão: “É uma forma de trazer orientações e segurança para os usuários finais do Porto sem Papel e também uma oportunidade de aproximação, de perceber os anseios e necessidades da comunidade portuária, que servem de subsídios para a evolução do sistema”, afirmou.

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